ASUFPel engrossa as fileiras da resistência e diz “ditadura nunca mais”

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ASUFPel engrossa as fileiras da resistência e diz “ditadura nunca mais”

Na segunda-feira, 01 de abril de 2019, militantes do Brasil e do mundo, foram as ruas dizer NÃO a ditadura militar, que durou 21 anos no território brasileiro, entre 1964 e 1985. O regime totalitário concentrou renda, e choques do petróleo e da dívida externa fizeram a inflação disparar, além disso, na época da ditadura militar, centenas de casos de crimes ainda não possuem explicação. Segundo o relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV) divulgado em 2014, o regime militar totalitário do Brasil deixou 434 mortos ou desaparecidos somente nos casos de políticos, o corte dos dados é feito entre 1946 e 1988, a grande maioria dos mortos foram no período pós-1964.

Com participação do Sindicato-ASUFPel, outros sindicatos, partidos políticos, movimentos sócias e coletivos de luta, a atividade de protesto realizada em Pelotas/RS, se concentrou no Chafariz das Três Meninas, este ponto histórico de resistência popular do município. Olívia Ferreira, uma das Coordenadoras do Sindicato ASUFPel, disse que a população está mostrando sua indignação. "Não permitiremos a volta da ditadura militar, lutaremos contra regimes totalitários, e continuaremos exigindo que a democracia seja respeitada", sustentou Ferreira. Maria Tereza Tavares Fujii, outra Coordenadora do Sindicato, destacou que as atividades precisam ser intensificadas. "É importante que os companheiros e companheiras, do sindicato ASUFPel, estejam alertas, pois, urge a necessidade de unirmos forças no sentido de derrubar tentativas de usurpar os direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras", frisou Fujii.

Nas páginas oficiais do Sindicato-ASUFPel é possível ver mais fotografias do 1 de abril, "Dia Internacional de Protestos contra a Ditadura Militar"