ASUFPel – “Eu importo em zerar a dor”

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ASUFPel – “Eu importo em zerar a dor”

Comissão Especial da Assembleia Legislativa de Cuidados Paliativos do RS debate políticas públicas

Com o lema de 2018: “eu importo”, ontem (30), na Câmara de Vereadores de Pelotas/RS, foi realizada uma Audiência Pública que teve como objetivo debater políticas públicas que indiquem e estimulem a criação e o melhoramento de locais que atuem especificamente no tratamento paliativo, com espaços próprios em clinicas e hospitais.

A Prof.º Dra, que Coordena a Unidade Cuidativa da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Julieta Carriconde Fripp, abordou em sua apresentação as diversas atividades realizadas pela Unidade, que faz parte do Centro Regional de Cuidados Paliativos da Universidade, como: fisioterapia, educação física, dança circular, musicoterapia, artesanato, hortas orgânicas; sessões de Práticas Integrativas e Complementares (PICs), acupuntura, Reiki, e com plantas medicinais. As atividades citadas contribuem para amenizar a dor física e mental dos pacientes. No encerramento de sua fala, Julieta citou o termo utilizado para chamar a atenção da comunidade em 2018, e destacou a significativa contribuição das pessoas e entidades comprometidas com a causa. “Eu importo, os pacientes importam, e se eu importo, tem que ter políticas públicas para min. Por fim, gostaria de agradecer aos nossos voluntários, aos nossos alunos, juntos são nossa fortaleza”, lembrou a Dra.

A sócia do Sindicato-ASUFPel Terezinha Larroque, falou da necessidade de apoio para a manutenção e ampliação da Unidade Cuidativa. “É a primeira vez que subo na tribuna, o que não faria pela Cuidativa! Aquele local é o meu chão. Agente tem urgência que a Unidade vá para frente, que o Hospice fique pronto”, enfatizou Terezinha. A Coordenadora Geral do Sindicato-ASUFPel falou da luta pela derrubada do “muro da vergonha e da intolerância”. “O muro para nós está na contramão da delicadeza necessária neste processo de ressignificação da vida e da morte, neste momento de oferta de conforto e protagonismo aos pacientes, familiares e amigos. O ASUFPel tem chamado este muro de “muro da vergonha e da intolerância”. Em outro momento de sua explanação na tribuna da Câmara Legislativa, Eugênia destacou uma das providências que a entidade já colocou em pratica. “O ASUFPel-Sindicato representou junto ao Ministério Público Federal requerendo estabelecimento das condições anteriores a colocação do “muro da vergonha e da intolerância”, informou a Coordenadora Geral da entidade.

Ao final, o proponente da audiência pública e Presidente da Comissão Especial de Cuidados Paliativos da Assembleia Legislativa do RS, o Dep. Pedro Ruas, disse que serão realizadas audiências públicas para tratar de cuidados paliativos em todo o Estado do Rio Grande do Sul. Inserida nesta postagem é possível ver fotos e vídeos do debate público.

https://www.youtube.com/watch?v=S0yVDU5Rj7E&feature=youtu.be

https://www.facebook.com/camaramunicipalpelotas/videos/271563737011199/