Rejane Jardim (PRESENTE): Ato abominou a violência

Maquete virtual da Sede Campestre do Sindicato-ASUFPel
11 de abril de 2018
Área jurídica – Atendimento nas terças e quintas-feiras das 14 às 16H
18 de abril de 2018
Exibir tudo

Rejane Jardim (PRESENTE): Ato contra abominou a violência



Atividade inclinada para defender os valores individuais, buscou disseminar uma disputa política sadia, centrada no campo das ideias

Ontem (16), no final da tarde, aconteceu uma atividade de protesto em frente ao Instituto de Ciências Humanas (ICH) da UFPel, com a intenção de defender as ideias da Prof. da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Rejane Jardim. O ato também teve caráter de denúncia, pois, no entendimento da comissão organizado, a integridade física da Prof. está em risco. Participaram da atividade: representantes do Sindicato-ASUFPel, de sindicatos do município, partidos políticos, Servidores Técnico-administrativos (UFPel), estudantes (UFPel) e docentes da UFPel.

A Servidora Técnica Administrativa em Educação da UFPel, sócia do Sindicato-ASUFPel, Rogéria Garcia, explicou alguns dos motivos pelos quais, integrantes da comunidade pelotense optaram por protestar, e defender a Prof. da UFPel. - Todos fomos violentad@s durante o final de semana, o que soube durante este período é que a Rejane Jardim estava sendo monitorada desde sua fala na Câmara de Vereadores em relação a “Escola sem partido”, o facebook dela estava sendo monitorado desde seu posicionamento em relação a “Escola sem partido”. É bem provável que nós estejamos sendo monitorados, eles esperam qualquer deslize, qualquer forma que possam nos pegar, e assim nos transformar em ‘Rejanes Jardins’. A Rejane não atacou pessoas, ela não desejou que pessoas fossem chicoteadas, que pessoas fossem recebidas a bala como uma Senadora da república; ela desejou morte a uma ideia, a uma entidade, que é o fascismo. Até a postagem da Rejane acreditávamos que não existisse fascistas no Brasil, pois bem, a Rejane desvelou e provou que há fascistas no Brasil -.

Em sua fala a Coordenadora do Sindicato-ASUFPel, Maria Tereza Tavares Fujji, destacou a intolerância crescente no Brasil pós-golpe. Citou também, os constantes ataques sofridos por brasileiros alinhados com a defesa dos trabalhadores, com os direitos sociais e com a democracia. - Daqui para frente mais do que nunca precisamos resistir, resistir e resistir ... Para isso, temos de estar todos juntos, chamar mais gente, seja para defender a Rejane que está sendo atingida neste momento, ou por tudo que está acontecendo neste país nos últimos anos. Hoje é a Rejane, amanhã serei eu, eles sempre vão arrumar um motivo para nos expor publicamente como fizeram com a Rejane. Dizer que a Prof. da UFPel, tem todo o apoio do Sindicato-ASUFPel. Temos que fazer muitos atos como este, a cidade e o país não têm dono, eles não podem fazer o que fizeram com ela, temos que continuar denunciando -.

No link da rede social do sindicato (FACEBOOK) inserido nesta postagem é possível ver outros registros fotográficos do ato realizado no final da tarde do dia 16 de abril de 2018.