NOTA DE REPÚDIO, AO DECRETO DE INTERVENÇÃO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO/RJ

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NOTA DE REPÚDIO



O Sindicato dos Servidores Federais em Educação de Pelotas e Capão do Leão (ASUFPel) com sede social situada na Rua 15 de Novembro, 262, Centro – Pelotas-RS, entidade representativa dos Servidores Técnico-Administrativos em Educação de Pelotas e Capão do Leão, vem através desta nota, seguir deliberação de Assembleia da categoria, que votou por unanimidade, no dia 08 de março de 2018, repudiar o decreto de intervenção federal-militar na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro/RJ, imposta pelo Presidente ilegítimo Michel Temer.

Ao longo da história do Brasil, sabe-se que o Estado do Rio de Janeiro serviu por muitas vezes de órgão embrionário para maldades elaboradas por governos ultraconservadores, preocupados em valorizar as empresas estrangeiras e deixar o povo sem as mínimas condições de sobrevivência, ao que tudo indica o golpista Temer quer repetir esta estratégia e estender ao resto do país o decreto de intervenção federal-militar. O fato é que o presidente ilegítimo, quer continuar repetindo suas atrocidades (assim como ô fez com o congelamento nos investimentos por 20 anos em educação, saúde e emprego; e na antirreforma trabalhista). O usurpador não quer, de forma alguma, deixar que a democracia siga seu curso. Fica explicito que Temer não quer eleições no final de 2018, haja vista, os processos que pesam em seu nome (como lavagem de dinheiro e formação de quadrilha), desta forma age de forma autoritária e unilateral, transformando o Brasil em uma Ditadura Militar - imposta pela mídia e pelo judiciário.

É preciso que a classe trabalhadora, seja ela do serviço público ou privado, junte forças e lute contra o domínio da burguesia, que busca enfraquecer as lutas que demandam das causas sociais. O brasileiro carrega em si a capacidade de se reinventar, assim, urge a necessidade de encontrar forças para se contrapor, afirmando para os detentores do capital que não irão se calar e exigindo respeito ao Estado Democrático de Direito.

Pelotas, 9 de março de 2018