Você poderá ver o Informe de Direção (ID), datado de 20 de janeiro de 2017, vindo da FASUBRA.

ASUFPel representada pelo servidor Tonilar Afonso (Laco) participa de reunião com o Reitor da UFPel
27 de janeiro de 2017
Informe – Sexta-feira, 03 de fevereiro não haverá expediente na sede central do sindicato ASUFPel.
1 de fevereiro de 2017
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Você poderá ver o Informe de Direção (ID), datado de 20 de janeiro de 2017, vindo da FASUBRA.

 
Entre os temas abordados: “EM DEFESA DA UNIDADE D@S TRABALHADOR@S DO PCCTAE!”
 
 
A FASUBRA Sindical, entidade representativa dos Técnico-Administrativos em Educação (TAE) há 38 anos, vem a público convocar os trabalhador@s das Instituições Federais de Ensino (IFE) a fortalecerem a unidade do conjunto da Categoria, bem como resistir a qualquer tentativa de divisão promovida pelo Governo ou pelo Sindicato Nacional dos Técnicos de Nível Superior das Instituições de Ensino Superior (Atens), entidade que reivindica ser a “única representante d@s TAE’s da Classe E”. Não é a primeira vez que a FASUBRA alerta @s trabalhador@s técnico-administrativos sobre atitudes divisionistas na Categoria, cujas consequências desastrosas tão somente contribuirão para o enfraquecimento do movimento, especialmente num contexto de grandes ataques em curso contra direitos, salários e conquistas sociais. A FASUBRA, pelo protagonismo que cumpre na resistência ao avanço das reformas antissociais, é um obstáculo para o Governo, que precisa derrotá-la para, assim, derrotar @s trabalhador@s das IFES.
 
@s TAE’s formam uma categoria multiprofissional, integrada por profissionais de áreas diversas, ocupantes de centenas de diferentes cargos. A força d@s TAE’s e a sua identidade de trabalhador@s em educação, que potencializa nossas lutas, vêm da capacidade de unificar, num mesmo plano de carreira, tantas profissões com distintos níveis de escolaridade, todas contribuindo para a produção de ensino, pesquisa e extensão nas instituições, por meio de um macro fazer único, inerente ao trabalho desenvolvido nas universidades, centros tecnológicos e institutos. São mais de 200 mil trabalhador@s ativ@s e aposentad@s que atuam ou já atuaram nas IFES, em todo o país, e que, ao longo dos anos, vêm construindo lutas e movimentos reivindicatórios importantes, em defesa da carreira, salários, redução da jornada de trabalho, pela universidade e pela educação pública estatal, e por uma sociedade mais justa, inclusiva, solidária e igualitária.