Reitor da UFPel, respeite o desejo da comunidade do Hospital Escola

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Reitor da UFPel, respeite o desejo da comunidade do Hospital Escola – ELEIÇÕES DIRETAS JÁ, PARA O CARGO DE SUPERINTENDENTE DO HE

Na última quarta-feira, 18 de janeiro, o ASUFPel-Sindicato, esteve reunido com o Reitor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Pedro Curi Hallal e sua Comitiva (Pró-reitores, Assessores e Apoiadores). Lembrando que o Reitor Pedro Hallal, foi eleito democraticamente em consulta feita aos três segmentos da comunidade universitária. Em pauta: o mandato e a eleição para o cargo de Superintendente do Hospital Escola da UFPel (HE) e algumas propostas apresentadas durante a posse do representante da gestão.

Ficou decidido dividir a reunião em dois blocos, primeiro pautando a situação do HE, e o segundo listando algumas propostas referentes aos TAEs da UFPel. Itens que o Reitor apresentou no discurso de posse, entre eles: propor a inclusão de uma cadeira para um servidor aposentado no Conselho Universitário; propor a retirada dos Pró-Reitores do CONSUN; normatizar a qualificação; e a criação do cargo de Diretor Administrativo nas unidades Acadêmicas.

A atual gestão da UFPel não reconhece o último pleito realizado no mandato anterior para o cargo de Superintendente do HE, e não abre possibilidade de uma nova eleição. A Coordenação do sindicato vê a decisão, de forma infeliz, salientando que a eleição realizada em 2013, foi decorrente da luta dos Servidores do Hospital Escola, em conjunto com o ASUFPel.

“Entendemos que nem toda eleição é democrática, mas se não houver eleição, o fato será extremamente antidemocrático. Durante toda a campanha o Reitor pautou a democracia, se dizendo democrático e que respeitaria a vontade da comunidade. É apenas isso que o ASUFPel está cobrando, as promessas de campanha. Esperamos que o Reitor que está chegando na UFPel agora, dizendo que está trazendo os ventos da democracia e da liberdade, repense sua decisão de colocar um interventor no HE, e respeite a vontade da comunidade, fazendo eleições diretas, imediatamente”, argumentou a Coordenação.

Para o sindicato, democracia é inegociável, e se a eleição que houve naquele momento – 2013 – não contempla o Reitor, a comunidade do HE também não se sente contemplada com a não realização de um novo pleito.